(seu nome)
“Existem muitas coisas que o tempo não pode apagar.”
“Dói. Dói muito. É quase insuportável. Aperto minha mão contra meu peito, mas é em vão. A dor continua. Chega a ser física. É uma dor cruel, que me faz afundar na escuridão de meu desespero. E dói. Dói. Te ver sorrir para outra. Dói. Ver seus braços contornando outro corpo. Dói. Ver seus lábios tomados por outra boca. Dói. Ver seu amor ser dado à outra. Dói. Dói. Dói. E eu só posso dizer isso. Dói. Vejo você se afastando. Sinto-me afundando. A tristeza transborda de meus olhos, inchados pelas noites de insônia em que, no silêncio das estrelas, eu chorei. Doía. Muito. Simplesmente… Doí.
Tento te esquecer, mas do que me adiantaria? Meu peito continuaria doendo e doendo, até tornar-me uma casca vazia. Ou já me tornei? Não sei. Não sei. Você se afasta, me ignora, me causa dor. E eu, calada, a aceito. Meu coração está despedaçado. Quero morrer. Quero sumir. Quero que essa dor pare. Quero você. Quero… Quero… Quero tantas coisas. Mas não tenho nada. Tenho apenas esta dor, que continuará seguindo comigo. Esta dor que me domina e me comanda. Esta dor que me impede de gritar o quanto te amo. Esta dor. Tenho apenas… Dor.”
Por mais que a vida seja injusta com você ainda são os sonhos que nos fazem continuar.
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